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dc.creatorPereira, Lorena Cristina Silva-
dc.date.accessioned2026-02-02T19:17:30Z-
dc.date.available2026-02-02T19:17:30Z-
dc.date.issued2025-12-10-
dc.identifier.citationPEREIRA, Lorena Cristina Silva. Internação em uma unidade de psiquiatria de hospital geral: percepções de familiares. 2025. 25 f. Trabalho de Conclusão de Residência (Residência em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/48145-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/us/*
dc.subjectSaúde Mentalpt_BR
dc.subjectMental Healthpt_BR
dc.subjectReforma Psiquiátricapt_BR
dc.subjectPsychiatric Reformpt_BR
dc.subjectFamíliapt_BR
dc.subjectFamilypt_BR
dc.subjectSobrecarga do Cuidadorpt_BR
dc.subjectCaregiver Burdenpt_BR
dc.titleInternação em uma unidade de psiquiatria de hospital geral: percepções de familiarespt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Residênciapt_BR
dc.contributor.advisor1Zago, Karine Santana de Azevedo-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9617245392354356pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0415861528566779pt_BR
dc.description.resumoA Reforma Psiquiátrica brasileira redefiniu o cuidado em saúde mental, buscando a reinserção social dos pacientes e transferindo a responsabilidade do tratamento para a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e o núcleo familiar. Contudo, a persistência de internações recorrentes e a sobrecarga imposta aos familiares levantam questionamentos sobre a efetividade desse modelo. O objetivo central do estudo foi apreender as expectativas e dificuldades dos familiares em relação à internação e o papel que a hospitalização desempenha nesse processo de cuidado. Trata-se de um estudo de abordagem qualitativa em uma unidade de psiquiatria de um hospital geral no interior de Minas Gerais. A amostra de nove participantes era majoritariamente composta por mulheres (mães), evidenciando um arranjo generificado do cuidado, com baixa proteção social e inserção precária no mercado de trabalho. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas e analisados pela metodologia de Análise de Conteúdo. As análises mostraram que a principal dificuldade é a sobrecarga persistente dos familiares, que vivenciam o cuidado de forma isolada, vendo a internação como um alívio temporário. A internação involuntária, que constituiu a totalidade dos casos, indica que o hospital opera como um dispositivo de "gestão da precariedade" familiar, regulando socialmente aquilo que a RAPS não consegue sustentar, o que é um paradoxo da reforma psiquiátrica. Além disso, os familiares relataram que a comunicação e o acesso à informação sobre o tratamento são limitados e a rigidez das regras da unidade reforça o sentimento de aprisionamento. Conclui-se que o sucesso do cuidado em liberdade depende diretamente do fortalecimento da rede psicossocial e da corresponsabilização social, elementos que, quando ausentes, comprometem a continuidade integral do tratamento.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseResidência Ciências da Saúdept_BR
dc.sizeorduration25pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEM::ENFERMAGEM PSIQUIATRICApt_BR
dc.embargo.termsO artigo ainda será enviado para publicação na revista selecionada.pt_BR
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