Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/48056
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dc.creatorCazellato, Maria Clara Perez-
dc.date.accessioned2026-01-21T13:22:22Z-
dc.date.available2026-01-21T13:22:22Z-
dc.date.issued2025-12-19-
dc.identifier.citationCAZELLATO, Maria Clara Perez. “O ser humano não gosta de ficar preso, não é?” Perspectivas de uma mulher adulta sobre a internação psiquiátrica e o pós-alta. 2025. 38 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/48056-
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Geraispt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/us/*
dc.subjectInternação Psiquiátricapt_BR
dc.subjectMulherespt_BR
dc.subjectTrabalhopt_BR
dc.subjectItinerários Terapêuticospt_BR
dc.title“O ser humano não gosta de ficar preso, não é?” Perspectivas de uma mulher adulta sobre a internação psiquiátrica e o pós-altapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Pegoraro, Renata Fabiana-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4823645280355146pt_BR
dc.contributor.referee1Costa, Lara Irene Leite da-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1711397470183248pt_BR
dc.contributor.referee2Braga, Raissa de Brito-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4035189123213840pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0001073459118908pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoNo final da década de 1970 um movimento social pedindo pelo fim dos manicômios começou a tomar forma no Brasil. Um dos marcos mais significativos da Luta Antimanicomial aconteceu com a Lei nº 10.216/2001, que demandou mudanças na forma de tratar as pessoas em sofrimento psíquico. Embasada nessa lei, foi construída a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), a qual tem como objetivo ser uma rede integrada de serviços que garantam um atendimento humanizado para as pessoas com problemas de saúde mental. Assim, a internação psiquiátrica deveria acontecer apenas quando os recursos de cuidado do território se esgotarem. Neste contexto, foi objetivo desta pesquisa entender o uso da Rede de Atenção Psicossocial da internação em leito de hospital geral até a alta e inserção no território, a partir de um estudo de caso. Foi desenvolvido um estudo de caso único de tipo traçador, entre setembro/23 e dezembro/24, com uma mulher de 37 anos e mãe de três filhos com internação em leito de saúde mental por cerca de 20 dias. Ela foi entrevistada durante a internação e, depois, bimestralmente em seu domicílio após alta, com telefonemas e mensagens trocadas no intervalo das entrevistas, registradas em diário de campo. Um profissional da equipe assistencial da unidade de internação e do Centro de Atenção Psicossocial também cederam entrevistas. Todo o material foi transcrito para análise temática, da qual resultaram as categorias (1) Saúde e Adoecimento, e (2) Experiências laborais e relações afetivas. Na Categoria 1 foram agrupadas os sentidos atribuídos ao adoecimento, internação, inserção em CAPS e a alta para atenção primária, com a construção de seu Itinerário Terapêutico. Já a Categoria 2 voltou-se mais para as relações familiares e sua experiência com o mundo do trabalho. Discute-se a nomeação de uma “crise de nervoso” em confronto com o esposo, após o que aconteceu a internação em leito de saúde mental, perspectiva conflitante para com a compreensão da equipe. Na alta demonstra insatisfação com efeitos da medicação, que a lentificava, dificultando a realização de atividades cotidianas e a retorno ao mercado de trabalho. O vínculo com o CAPS foi breve, sendo encaminhada para acompanhamento na atenção primária, realizando apenas consultas para cuidados clínicos. A crise desenhada no caso estudado guarda relação direta com o ambiente no qual vive, destacando-se a sobrecarga de funções que acumula, assim como a falta de rede de apoio, dois pontos que são ressaltados pelas profissionais que acompanharam seu caso. O acompanhamento longitudinal de Hígia também nos possibilita refletir sobre a descontinuidade do cuidado no processo de transferência do acompanhamento do CAPS para atenção primária.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.coursePsicologiapt_BR
dc.sizeorduration38pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.description.embargo2027-12-19-
Appears in Collections:TCC - Psicologia

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