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dc.creatorNeiva, Leonardo Almeida Merussi-
dc.date.accessioned2026-01-20T15:05:00Z-
dc.date.available2026-01-20T15:05:00Z-
dc.date.issued2025-12-18-
dc.identifier.citationNEIVA, Leonardo Almeida Merussi. Cultura, Império e Soberania: potencia, risco e centralidade da cultura de massas. 2025. 92 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Relações Internacionais) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/48051-
dc.description.sponsorshipPesquisa sem auxílio de agências de fomentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.subjectcultura de massapt_BR
dc.subjectmass culturept_BR
dc.subjectEstadopt_BR
dc.subjectStatept_BR
dc.subjectsoberaniapt_BR
dc.subjectsovereigntypt_BR
dc.titleCultura, Império e Soberania: potencia, risco e centralidade da cultura de massaspt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Henriques, Hugo Rezende-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5214221967828261pt_BR
dc.contributor.referee1Neves Júnior, Edson José-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0106468948987792pt_BR
dc.contributor.referee2Campos, Gabriel Afonso-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4469266731636889pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2508523897930966pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho demonstra que a cultura de massa, embora constitutiva da vida coletiva contemporânea, tornou-se um conceito historicamente mal compreendido e alvo de reduções que oscilaram entre acusá-la de alienação e celebrá-la como simples diversão. Essa ambiguidade bloqueou a percepção de sua verdadeira potência: a capacidade de formar vínculo social, produzir sentido comum e participar da constituição do Espírito Objetivo de um povo. Assim, o Brasil, como também muitos outros Estados, adentraram no século XXI sem instituições de mediação simbólica, isto é, sem soberania cultural. Contudo, esse espaço não permaneceu vazio e o desenvolvimento das técnicas de comunicação por rádio, por audiovisual (notadamente cinema e televisão) que já vinha em curso desde o século passado, somado ao uso da internet, mostrou-se terreno fértil para expansão da lógica neoliberal (e das guerras culturais), não só economicamente, mas culturalmente, e que em tudo se difere da construção do Estado democrático de Direito que a Constituição brasileira de 1988 assumiu como compromisso para si. Para tanto, o trabalho inicialmente analisou as potencialidades da cultura de massa e como está foi historicamente instrumentalizada, notadamente pelos totalitarismos do século XX que aplicaram um verdadeiro dirigismo cultural. No segundo momento, a partir da expansão do modelo privado de comunicação, buscou analisar a situação do caso brasileiro, bem como do caso chinês, como exemplos opostos de países no que se refere à soberania cultural e os efeitos da falta ou presença dessa nos contextos sociais e políticos e culturais desses países.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseRelações Internacionaispt_BR
dc.sizeorduration92pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpt_BR
Appears in Collections:TCC - Relações Internacionais

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