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dc.creatorLeite, Rodrigo José-
dc.date.accessioned2020-11-18T17:52:21Z-
dc.date.available2020-11-18T17:52:21Z-
dc.date.issued2004-
dc.identifier.citationLEITE, Rodrigo José. O modelo monetário de determinação da taxa de câmbio e a economia brasileira no período de flexibilidade cambial: análise de vetores auto-regressivos e causalidade. 2004. 102 f. Dissertação (Mestrado em Economia) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2020. Disponível em: http://doi.org/10.14393/ufu.di.2004.87pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/30427-
dc.description.abstractThe main goal ofthis dissertation is to empirically test the monetary model ofexchange rate determination for Brazil since January of 1999. One can say that shocks in the monetary market has an impact on the exchange rate as it is highlighted by the monetary model and the purchasing power parity. The empiricalframework is based on a vector autoregressive (VAR) analysis and the Granger causality test. The empirical findings suggest that shocks to monetary aggregates do not have permanent effects on inflation and the changes in the exchange rate, which does not support the monetary model of exchange rate. Another result points out to a reduction in the nominal interest rate after an unexpected shock in money supply since the exchange rate has a positive response to a decrease in real interest rate, expressed through an overshooting of the exchange rate. The variance decomposition analysis indicates that monetary fundamentais have a realtively low power to explain changes in the exchange rate, suggesting possible omitted variables in the model for Brazil during thefloating period. Finally, the Granger causality between difference in monetary growth rates and changes in the exchange rate does not seem to be guided by inflation differential, suggesting some degree of inadequacy of the monetary model to explain the behavior of the exchange rate in Brazil under flexible rates.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.subjectModelo monetáriopt_BR
dc.subjectTaxa de câmbiopt_BR
dc.titleO modelo monetário de determinação da taxa de câmbio e a economia brasileira no período de flexibilidade cambial: análise de vetores auto-regressivos e causalidadept_BR
dc.title.alternativeThe monetary model for determining the exchange rate and the Brazilian economy in the period of exchange rate flexibility: analysis of auto-regressive vectors and causalitypt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Vieira, Flávio Vilela-
dc.creator.Lattesxpt_BR
dc.description.degreenameDissertação (Mestrado)pt_BR
dc.description.resumoO objetivo principal desta dissertação é testar o modelo monetário de determinação da taxa de câmbio para o Brasil a partir de janeiro de 1999. Em linhas gerais, tal modelo sugere que distúrbios no mercado monetário têm efeitos sobre a taxa de câmbio. As evidências empíricas deste trabalho estão baseadas na utilização de modelos de vetores auto-regressivos (E47?) e de testes de causalidade no sentido Granger. Os resultados empíricos sugerem que choques no diferencial de taxas de crescimento monetário não têm efeitos permanentes sobre o diferencial de inflação nem sobre o diferencial da taxa de câmbio, contrariando a lógica do modelo monetário da taxa de câmbio. Outro resultado mostra que, após uma expansão inesperada na oferta de moeda, há a redução implícita da taxa de juros nominal, já que a taxa de câmbio responde positivamente a uma redução na taxa de juros real doméstica, provocando o overshooting. A baixa participação relativa da soma das variâncias dos erros de previsão dos fundamentos monetários pouco explicam a variância total do erro da taxa de câmbio, sugerindo que há outras variantes explicadoras não contempladas pelo modelo aqui presente. Por fim, a causalidade observada entre a variação do diferencial de moeda (doméstico e externo) e a variação da taxa de câmbio não se dá através da inflação, visto que os resultados apontam uma reação negativa do câmbio a um choque no diferencial de inflação, invalidando uma das principais hipóteses do modelo: a teoria da paridade do poder de compra.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Economiapt_BR
dc.sizeorduration102pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIApt_BR
dc.identifier.doihttp://doi.org/10.14393/ufu.di.2004.87pt_BR
dc.crossref.doibatchid853d40d1-cca9-4588-868d-ce4953cff0ba-
dc.subject.autorizadoTaxas de câmbiopt_BR
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