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dc.creatorSilva, Ane Andrade Santa Cecília-
dc.date.accessioned2019-02-25T19:45:10Z-
dc.date.available2019-02-25T19:45:10Z-
dc.date.issued2016-05-31-
dc.identifier.citationSANTA-CECÍLIA-SILVA, Ane A. Respostas subjetivas relacionadas à ingestão alimentar e estado de ansiedade após noites de trabalho versus noites de sono - Uberlândia. 2016. 88 p. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2016. DOI http://dx.doi.org/10.14393/ufu.di.2018.820 .pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/24431-
dc.description.abstractSubjective responses to meals, like hunger, enjoyment and satiety, are altered by the shortening of sleep time, but this effect is poorly studied in shift workers – a typical model of sleep restriction. Objectives: The aim of this prospective and observational study was to compare the subjective perceptions to meals and the level of anxiety after working nights shift versus nights of regular sleep, and investigated the associations between the responses to meals and the levels of anxiety under these two conditions. Methods: The study evaluated 34 male night shift workers who worked a 12- hour shift followed by a 36-hour rest period. Evaluations included hunger, enjoyment of eating foods and satiety to all meals, which were evaluated with a visual analogue scales in three non-consecutive days after working night shift and three non-consecutive days after regular sleep; state of anxiety (in a day after working night shift and a day after regular sleep); and sleep pattern (in three days after working night shift and three days after regular sleep). Data referring to the days that followed night shift work and nights of regular sleep were grouped together and compared. Linear regression were used to indicate associations between hunger and anxiety. Results: In the days following a worked night shift, workers presented higher mean hunger scores before lunch and higher anxiety scores than for the day after nights of regular sleep (p=0.007 and 0.001, respectively). Linear regression indicate that after a worked night shift, anxiety scores were negatively associated with hunger before breakfast (β= -0.44, p = 0.04, R² = 0.18) and lunch (β= -0.35, p = 0.03, R² = 0.19); enjoyment of eating foods (β= -0.34, p = 0.03, R² = 0.22) and quantity of meals throughout the day (β= -0.37, p = 0.03, R² = 0.21), which did not occur to the same magnitude after a night of regular sleep. Conclusion: Night shift increases the mean hunger and anxiety scores and seems to interfere with the responses associated with food consumption, which may in part justify the alterations in food intake pattern regularly observed in these workers.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTrabalho noturnopt_BR
dc.subjectSonopt_BR
dc.subjectNutriçãopt_BR
dc.subjectFomept_BR
dc.subjectAnsiedadept_BR
dc.subjectSaciedadept_BR
dc.subjectTrabalho em Turnospt_BR
dc.subjectPsicologiapt_BR
dc.subjectNight workpt_BR
dc.subjectSleeppt_BR
dc.subjectNutritionpt_BR
dc.subjectHungerpt_BR
dc.subjectAnxietypt_BR
dc.subjectSatietypt_BR
dc.subjectShift Workpt_BR
dc.subjectPsychologypt_BR
dc.titleRespostas subjetivas relacionadas à ingestão alimentar e estado de ansiedade após noites de trabalho versus noites de sonopt_BR
dc.title.alternativeSubjective responses related to food intake and anxiety state after nights of work versus nights of sleeppt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Crispim, Cibele Aparecida-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9865330615540205pt_BR
dc.contributor.referee2Penaforte, Fernanda Rodrigues de Oliveira-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8275190020204101pt_BR
dc.contributor.referee3Maia, Yara Cristina de Paiva-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/2102993403919035pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7460169494440826pt_BR
dc.description.degreenameDissertação (Mestrado)pt_BR
dc.description.resumoAs respostas subjetivas às refeições, como fome, desfrute da refeição e saciedade são alteradas pelo encurtamento do tempo de sono, mas este efeito é pouco estudado em trabalhadores em turnos – um modelo típico de restrição de sono. Objetivos: O objetivo deste estudo prospectivo e observacional foi de comparar as respostas subjetivas às refeições e o estado de ansiedade após noites de trabalho versus noites de sono regular, e investigar as associações entre as respostas às refeições e os níveis de ansiedade sob essas duas condições. Métodos: O estudo avaliou 34 homens que trabalhavam no turno noturno em regime de 12 horas de trabalho seguidas por 36 horas de descanso. As avaliações incluíram o nível de fome, o desfrute das refeições e o nível de saciedade em todas elas, que foram avaliados por meio de uma escala visual análoga em três dias não-consecutivos após noites de trabalho e três dias não-consecutivos após noites de sono; o estado de ansiedade (IDATE-E), avaliado em um dia após noite de trabalho e um dia após noite de folga; e o padrão do sono, avaliado em três dias após noites de trabalho e três dias após noites de sono. Os dados referentes aos dias seguidos às noites de trabalho e às noites de sono foram agrupados e comparados. A análise de regressão linear foi realizada para estudo das associações entre o nível de ansiedade e as respostas subjetivas relacionadas às refeições. Resultados: Nos dias seguidos às noites de trabalho, os trabalhadores apresentaram maior média nos escores de fome antes do almoço e nos escores de ansiedade quando comparados aos dias seguidos às noites de sono (p=0.007 e 0.001, respectivamente). A regressão linear indicou que após uma noite de trabalho os escores de ansiedade se associaram negativamente à fome antes do café da manhã (β= -0.44, p = 0.04, R² = 0.18) e almoço (β= -0.35, p = 0.03, R² = 0.19), ao desfrute das refeições (β= -0.34, p = 0.03, R² = 0.22) e ao número de refeições ao longo do dia (β= -0.37, p = 0.03, R² = 0.21), o que não ocorreu com a mesma magnitude após as noites de sono regular. Conclusão: O turno noturno aumenta os escores de fome antes do almoço e os níveis de ansiedade dos indivíduos, o que parece interferir nas respostas subjetivas associadas ao consumo alimentar desses trabalhadores. Isso pode, ao menos em parte, justificar as alterações no padrão de ingestão alimentar geralmente observadas nestes trabalhadores.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Ciências da Saúdept_BR
dc.sizeorduration88pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.14393/ufu.di.2018.820pt_BR
dc.crossref.doibatchidpublicado no crossref antes da rotina xml-
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