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dc.creatorMorini, Sarah Moreno-
dc.date.accessioned2019-02-18T16:43:50Z-
dc.date.available2019-02-18T16:43:50Z-
dc.date.issued2018-02-22-
dc.identifier.citationMORINI, Sarah Moreno. Variabilidade da ativação muscular em idosos com Doença de Parkinson durante simulação de travessia de rua. Uberlândia. 2018. 48 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2018. Disponível em: http://dx.doi.org/10.14393/ufu.di.2018.709pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/24349-
dc.description.abstractIntroduction: Crossing the street can be considered a risk situation because pedestrians must pay attention to traffic signs and traffic while walking, characterizing a multiple task. Elderly people with Parkinson's disease (PD) present gait impairment when dual-task activities are required, thus they may be more vulnerable to the risks of falls and accidents on urban roads. Objective: to analyze the muscle activation variability during different simulations of street crossing in elderly with PD. Material and methods: Participants from this observational cross-sectional study were 19 elderly patients with idiopathic PD at an early stage, with classification I to II of the Hoehn & Yahr scale. The electromyographic (EMG) variability of the vastus lateralis (VL), bíceps femoralis (BF), anterior tibialis (TA) and lateral gastrocnemius (GL) was analyzed during three conditions: simulation of street crossing at preference speed (Gait I), simulation of street crossing in normal time (Gait II) and simulation of street crossing in reduced time (Gait II). The electromyographic data were calculated by means of the mean of the standard deviations considering 10 consecutive initial gait cycles of each participant and in each of the three gait conditions evaluated. The Shapiro-Wilk test was used to verify the normality of the data and the Wilcoxon test to compare the activation variability of the evaluated muscles. Results: The results showed that there was no significant difference in muscle activation variability for VL, BF, TA and GL comparing Gait I and III (p=0.658; p=0.136; p=0.184 e p=0.227, respectively) and Gait II and III (p= 0.658, p=0.295; p=0.376 and p=0.601, respectively). Conclusions: Elderly persons with PD, when subjected to challenging situations, such as the street crossing, did not present significant changes in EMG variability in relation to normal gait, which characterizes an adaptation deficit of gait in the face of environmental demands, increasing the chances to suffer falls and accidents during such daily activity.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDoença de Parkinsonpt_BR
dc.subjectParkinson Diseasept_BR
dc.subjectAcidentes de trânsitopt_BR
dc.subjectTraffic accidentpt_BR
dc.subjectIdosospt_BR
dc.subjectElderlypt_BR
dc.subjectMarcha parkinsonianapt_BR
dc.subjectParkinsonian gaitpt_BR
dc.subjectDéficit Neuromuscularpt_BR
dc.subjectNeuromuscular deficitpt_BR
dc.subjectVariabilidadept_BR
dc.subjectVariabilitypt_BR
dc.subjectDupla tarefapt_BR
dc.subjectDual taskpt_BR
dc.titleVariabilidade da ativação muscular em idosos com Doença de Parkinson durante simulação de travessia de ruapt_BR
dc.title.alternativeMuscular activation variability in elderly with Parkinson Disease during street crossing simulationpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Hallal, Camilla Zamfolini-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4167018J9pt_BR
dc.contributor.referee1Azevedo, Vivian Mara Gonçalves de Oliveira-
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4221926U8pt_BR
dc.contributor.referee2Morcelli, Mary Hellen-
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4200608J7pt_BR
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4070694H0pt_BR
dc.description.degreenameDissertação (Mestrado)pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: Atravessar a rua caminhando pode ser considerado uma situação de risco, pois os pedestres devem prestar atenção aos sinais de trânsito e ao tráfego enquanto caminham, caracterizando uma tarefa múltipla. Idosos com Doença de Parkinson (DP) apresentam prejuízo na marcha quando atividades de dupla-tarefa são requeridas, desta forma, podem estar mais vulneráveis aos riscos de quedas e acidentes nas vias urbanas. Objetivo: analisar a variabilidade da ativação muscular durante diferentes simulações de travessia de rua em idosos com DP. Material e métodos: Participaram deste estudo transversal observacional 19 idosos com DP idiopática em estágio inicial, com classificação I a II da escala de Hoehn & Yahr. A variabilidade eletromiográfica (EMG) dos músculos vasto lateral (VL), bíceps femoral (BF), tibial anterior (TA) e gastrocnêmio lateral (GL) foi analisada durante três condições: simulação de travessia de rua em velocidade de preferência (Marcha I), simulação de travessia de rua em tempo normal (Marcha II) e simulação de travessia de rua em tempo reduzido (MarchaII). Os dados eletromiográficos foram calculados por meio da média dos desvios-padrão considerando 10 ciclos consecutivos de marcha iniciais de cada participante e em cada uma das três condições de marcha avaliada. Foi utilizado o teste de Shapiro Wilk para verificação da normalidade dos dados e o teste de Wilcoxon para comparação da variabilidade da ativação dos músculos avaliados. Resultados: Os resultados mostraram que não houve diferença significativa na variabilidade de ativação muscular para VL, BF, TA e GL comparando Marcha I e II (p=0,355; p=0,936; p=0,778 e p=0,198, respectivamente); Marcha I e III (p=0,658; p=0,136; p=0,184 e p=0,227, respectivamente) e Marcha II e III (p=0,658; p=0,295; p=0,376 e p=0,601, respectivamente). Conclusão: Os idosos com DP, quando submetidos a situações desafiadoras, tais como a travessia de rua, não apresentaram alterações significativas na variabilidade EMG em relação à marcha normal, o que caracteriza um déficit de adaptação da marcha frente às demandas ambientais, aumentando as chances de sofrerem quedas e acidentes durante tal atividade cotidiana.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Ciências da Saúdept_BR
dc.sizeorduration48pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.14393/ufu.di.2018.709pt_BR
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