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dc.creatorAraujo, Franciele Aparecida de-
dc.date.accessioned2018-06-27T15:48:02Z-
dc.date.available2018-06-27T15:48:02Z-
dc.date.issued2018-03-26-
dc.identifier.citationARAUJO, Franciele Aparecida de. O processo de reorganização da saúde mental : Cascavel - PR (1970-2018). 2018. 385 f. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2018. Disponível em: http://dx.doi.org/10.14393/ufu.te.2018.616pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/21661-
dc.description.abstractEste trabajo analiza el proceso de implantación de la reforma psiquiátrica en Brasil, tomando como modelo empírico de análisis la ciudad de Cascavel, ubicada en la región oeste del Estado de Paraná. En este municipio había un hospital psiquiátrico que actuó durante 30 años en la región. Fue fundado en 1970 y tuvo sus puertas cerradas en noviembre de 2003, por decisión del propietario. Para esto, tomo como punto inicial de discusión el contexto histórico de la asistencia psiquiátrica en Brasil en la década de 1970, período en que ocurrió un aumento expresivo de hospitales y de lechos psiquiátricos por todo el país, caracterizando como un modelo asistencial marcado por violencia y malos tratos dentro de estas instituciones. Concurrente al movimiento de expansión de hospitales, se inició el debate sobre reforma psiquiátrica, resultando después de años de discusión en la implantación de la Ley Nº 10.216 aprobada en 6 de abril de 2001. La aprobación de esta ley provocó cambios significativos en la asistencia a la salud mental en todo país, obligando a los municipios a cumplir la nueva legislación. Así, el poder público de Cascavel inició en 2001 la discusión para la elaboración del Plan Municipal de Salud Mental con el principal objetivo de organizar servicios alternativos de asistencia psiquiátrica, a través de la creación de Centros de Atención Psicosocial - CAPS y una red de apoyo a las personas acometidas de trastorno mental. Esta investigación evidencia que el proceso de organización de estos servicios alternativos al modelo hospitalocéntrico en Cascavel, resultó en el cierre de la única institución psiquiátrica existente en la región, invirtiendo la lógica de asistencia a la salud mental, que hasta entonces no había salido del papel. A través de testimonios de los ex propietarios del hospital psiquiátrico se buscó comprender cómo se daban algunas prácticas en el interior de la institución, así como sus discursos sobre la reforma psiquiátrica y el proceso de cierre del hospital. Por último, a partir de la investigación de campo, se objetivó comprender cómo los servicios de salud mental están estructurados en el municipio actualmente. Por lo tanto, a partir del análisis de un conjunto de fuentes como periódicos, documentos oficiales producidos por las autoridades municipales, estatales y municipales, actas del Consejo Municipal de Salud, y, especialmente testimonios orales, este trabajo investiga y discute el proceso de reorganización de la salud mental en el municipio de Cascavel y la estructuración de una Red alternativa de asistencia psiquiátrica, comprendiéndolo como un movimiento imbricado en disputas de poder, con elementos políticos, económicos y sociales.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectReforma Psiquiátricapt_BR
dc.subjectSaúde Mentalpt_BR
dc.subjectAssistência em Redept_BR
dc.subjectCascavel-PRpt_BR
dc.subjectReforma Psiquiatricapt_BR
dc.subjectSalud Mentalpt_BR
dc.subjectAsistencia en Red.pt_BR
dc.subjectCascavel-PRpt_BR
dc.subjectHistóriapt_BR
dc.subjectHistória Socialpt_BR
dc.subjectReforma Psiquiátricapt_BR
dc.subjectSaúde Mentalpt_BR
dc.subjectCascavel-PRpt_BR
dc.subjectMachado, Maria Clara Tomazpt_BR
dc.subjectUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.subjectPrograma de Pós-Graduação em Históriapt_BR
dc.titleO processo de reorganização da saúde mental: Cascavel – PR (1970-2018)pt_BR
dc.title.alternativeEl proceso de reorganización de la salud mental: Cascavel - PR (1970-2018)pt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.contributor.advisor1Machado, Maria Clara Tomaz-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/899643061397600pt_BR
dc.contributor.referee1Correia, Iara Toscano-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3279356219563508pt_BR
dc.contributor.referee2Curi, Luciano Marcos-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6230715943028936pt_BR
dc.contributor.referee3Abdala, Mônica Chaves-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1471576734894419pt_BR
dc.contributor.referee4Puga, Vera Lúcia-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/9480472326043682pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1676834797658106pt_BR
dc.description.degreenameTese (Doutorado)pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho analisa o processo de implantação da reforma psiquiátrica no Brasil, tomando como modelo empírico de análise a cidade de Cascavel, localizada na região oeste do Estado do Paraná. Neste município havia um hospital psiquiátrico que atuou durante 30 anos na região. Foi fundado em 1970 e teve suas portas fechadas em novembro de 2003, por decisão do proprietário. Para isto, tomo como ponto inicial de discussão o contexto histórico da assistência psiquiátrica no Brasil na década de 1970, período em que ocorreu um aumento expressivo de hospitais e de leitos psiquiátricos por todo o país, caracterizando como um modelo assistencial marcado por violência e maus tratos dentro destas instituições. Concomitante ao movimento de expansão de hospitais, iniciou-se o debate sobre reforma psiquiátrica, resultando após anos de discussão na implantação da Lei. Nº 10.216 aprovada em 6 de abril de 2001. A aprovação desta lei provocou mudanças significativas na assistência à saúde mental em todo país, obrigando os municípios a cumprir a nova legislação. Assim, o poder público de Cascavel iniciou em 2001 a discussão para elaboração do Plano Municipal de Saúde Mental com o principal objetivo de organizar serviços alternativos de assistência psiquiátrica, através da criação de Centros de Atenção Psicossocial – CAPS e uma rede de apoio às pessoas acometidas de transtorno mental. Esta pesquisa evidencia que o processo de organização destes serviços alternativos ao modelo hospitalocêntrico em Cascavel, resultou no fechamento da única instituição psiquiátrica existente na região, invertendo a lógica de assistência à saúde mental, que até então não havia saído do papel. Através de depoimentos dos ex-proprietários do hospital psiquiátrico buscou-se compreender como se davam algumas práticas no interior da instituição, bem como seus discursos sobre a reforma psiquiátrica e o processo de fechamento do hospital. Por fim, a partir da pesquisa de campo, objetivou-se compreender como os serviços de saúde mental estão estruturados no município atualmente. Portanto, a partir da análise de um conjunto de fontes como jornais, documentos oficiais produzidos pelas autarquias federal, estadual e municipal, atas do Conselho Municipal de Saúde, e, especialmente depoimentos orais, este trabalho investiga e discute o processo de reorganização da saúde mental no município de Cascavel e a estruturação de uma Rede alternativa de assistência psiquiátrica, compreendendo-o como um movimento imbricado em disputas de poder, com elementos políticos, econômicos e sociais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Históriapt_BR
dc.sizeorduration385pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.14393/ufu.te.2018.616pt_BR
Appears in Collections:TESE - História

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