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dc.creatorRibeiro, Gabriel Reis Pires-
dc.date.accessioned2018-01-18T14:08:19Z-
dc.date.available2018-01-18T14:08:19Z-
dc.date.issued2017-11-10-
dc.identifier.citationRIBEIRO, Gabriel Reis Pires. Da vontade imperfeita à instituição do Estado Civil em Kant. 2017. 109 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/20254-
dc.description.abstractThe aim of this study is to examine the need for the institution of the Civil State within the philosophical thought of Immanuel Kant. In the first chapter a part of Kantian practical thought will be analyzed, which is a piece of all the rational thought proposed by the philosopher. In the second chapter will be analyzed the concept of law and the possibility of having the property of an object. Finally, in the third chapter an study will be made about the relation of external freedom and coercion in the scope of the Civil State. To carry out this endeavor, it is necessary to work with the concept of imperfect will, which befalls all human beings and which impedes us from infallibly following the dictates of pure practical reason. This consequence of this is that when we act with the intention of satisfying our own interests, that is, when we yield to our own desires and inclinations, we thereby preclude the external freedom of other individuals and the peaceful coexistence of this external freedom in life in society. This raises the following question: how is life in society possible, ensuring the external freedom of individuals and free coexistence among wills other than one’s own? Would there be some type of driving force capable of conducting my imperfect will, and thereby allowing free coexistence among different wills? The response proposed in accordance with analysis of the Kantian text is that such an assurance of external freedom will only be brought about through the advent of the Civil State or Public Law, since only this State has a driving force capable of offering such a guarantee, namely, coercion. If this thereby occurs, it is because, just as inclinations are particular to us, coercion also has an empirical nature and is able to effectively restrain these inclinations that make the external freedom of individuals impossible. Thus, for the purpose of granting coexistence in freedom among diverse wills, the transition from the State of Nature to the Civil State will be necessary.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectVontade imperfeitapt_BR
dc.subjectImperfect willpt_BR
dc.subjectEstado Civilpt_BR
dc.subjectCivil Statept_BR
dc.subjectDireito Públicopt_BR
dc.subjectPublic Lawpt_BR
dc.subjectCoerçãopt_BR
dc.subjectCoercionpt_BR
dc.subjectLiberdade externapt_BR
dc.subjectExternal freedompt_BR
dc.subjectKantpt_BR
dc.subjectKantpt_BR
dc.titleDa vontade imperfeita à instituição do estado civil em kantpt_BR
dc.title.alternativeFrom imperfect will to the instituiton of civil state in kantpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Seneda, Marcos César-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4104458H7pt_BR
dc.contributor.referee1Nodari, Paulo César-
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4761329J7pt_BR
dc.contributor.referee2Bonella, Alcino Eduardo-
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4728789P4pt_BR
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K8570060Y3pt_BR
dc.description.degreenameDissertação (Mestrado)pt_BR
dc.description.resumoO objetivo deste trabalho é estudar a necessidade da instituição do Estado Civil no interior do pensamento filosófico de Immanuel Kant. No primeiro capítulo será analisada uma parte do pensamento prático kantiano, a qual é um ramo de todo o pensamento racional proposto pelo filósofo. No segundo capítulo será cotejado o conceito de direito e a possibilidade de se ter a propriedade sobre um objeto. Por fim, no terceiro capítulo será realizado um estudo sobre a relação entre liberdade externa e coação no âmbito do Estado Civil. Para o cumprimento de tal tarefa é necessário perpassar pelo conceito de vontade imperfeita, cujo âmbito de incidência se dá em todos os homens, e que nos impede de seguir de modo infalível os ditames da razão prática pura, implicando na seguinte consequência: quando agimos com o intuito de satisfazer nossos próprios interesses, isto é, quando cedemos a nossos próprios desejos e inclinações, impossibilitamos, por conseguinte, a liberdade externa dos outros indivíduos e a coexistência pacífica dessa liberdade externa na vida em sociedade. Desse modo, impõe-se a seguinte questão: como possibilitar a vida em sociedade, garantindo a liberdade externa dos indivíduos e a coexistência livre entre arbítrios alheios? Haveria algum tipo de móbil capaz de conduzir minha vontade imperfeita, possibilitando, por conseguinte, a coexistência livre entre arbítrios alheios? Ora, a resposta proposta em conformidade com a análise do texto kantiano é a de que tal garantia da liberdade externa só se efetivará com o advento do Estado Civil ou Direito Público, visto que só este Estado possui um móbil capaz de conferir tal garantia, a saber, a coerção. Se isso assim ocorre, é porque tal como as inclinações que nos são peculiares, também a coerção tem natureza empírica, podendo refrear de maneira efetiva essas inclinações que impossibilitam a liberdade externa dos indivíduos. Assim, com vistas a auferir a coexistência em liberdade entre arbítrios alheios, ter-se-á como necessária a transição do Estado de Natureza para o Estado Civil.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Filosofiapt_BR
dc.sizeorduration109pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.14393/ufu.di.2017.95pt_BR
Appears in Collections:DISSERTAÇÃO - Filosofia

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