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O papel da indústria de agroquímicos na perpetuação das assimetrias centro-periferia no século XXI: A Bayer como expressão da dependência no Brasil.

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CNPQ::CIENCIAS HUMANAS

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Resumo

O presente projeto procura resgatar informações teóricas e analisar dados que ajudem a entender o papel que a indústria de agroquímicos exerce na perpetuação das assimetrias centro-periferia no século XXI, esclarecendo o avanço do Imperialismo Químico no Brasil, e analisando a gigante do setor, a Bayer, como um ator central da expressão dessa dinâmica. Começaremos por resgatar os argumentos que jogam luz a posição brasileira sob a ótica da Teoria Marxista da Dependência (TMD) e, em seguida, a pesquisa passará pelas dinâmicas que se dão no processo de modernização técnica e conservadora da agricultura, convertida em agronegócio, pela constituição da indústria de agroquímicos no Brasil, pautando o aprofundamento da posição subordinada do país na nova Divisão Internacional do Trabalho, os movimentos de “reprimarização” de sua pauta exportadora, de desterritorialização do capital e de agudização das questões agrárias até alcançar o avanço do que conceituamos como Imperialismo Químico. Partimos das elaborações já tecidas sobre o fenômeno do Colonialismo Químico, agora ancoradas na TMD e, metodologicamente, no materialismo histórico-dialético. Descendo um nível de abstração, se analisará a Bayer a partir das recuperação da formação da empresa como ator monopolista no ramo químico, dados de exportação e importação com o Brasil e concessão de vantagens locais pelo Estado.

Abstract

Palavras-chave

Dependência, Bayer, Agrotóxicos

Citação

BETTINI, Maria Clara. O papel da indústria de agroquímicos na perpetuação das assimetrias centro-periferia no século XXI: A Bayer como expressão da dependência no Brasil. 2026. 20 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Relações Internacionais) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026.

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