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“O novo mundo rural” e o MST: embates e resistência

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CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA

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Resumo

Este trabalho aborda a questão agrária e como os movimentos sociais, em particular o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), se colocam no debate da questão da luta pela terra. Ao lutarem, subvertem a ordem social, criam seus próprios meios e sua autonomia. As fontes analisadas foram livros, revistas, panfletos, cartazes, CDs, fitas cassetes e jornais encontrados na Secretaria Local do MST, no Assentamento Zumbi dos Palmares, situado na Fazenda Colorado em Uberlândia. A autora também utilizou dados do Relatório do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) de 1994 a 2000 e documentação encontrada no site do MST. A monografia está estruturada em dois capítulos: o primeiro, tendo como base o relatório do INCRA, explora como a política neoliberal trata a questão agrária e suas ações. O segundo capítulo trata do MST enquanto movimento social; da sua formação, suas táticas, sua posição frente às ações governamentais, principalmente no período de 1994 a 2000. E finalmente, o problema local. Como se deu a formação do MST em Uberlândia. Suas conquistas, vitórias e, como em meio à repressão, consegue ultrapassar o projeto político e social local e impor sua força e expressão política.

Abstract

Palavras-chave

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Uberlândia, Embates, Resistência, 1994-2000

Citação

MOTA, Angélica Caetano de Freitas. “O novo mundo rural” e o MST: embates e resistência. 2002. 60 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2002.

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