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Corpo-encruzilhada: narrativas de formação e a poética capoeirista de ‘Memórias do meu chão’

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CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES

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Resumo

O presente trabalho se trata de um manifesto aos saberes tradicionais, principalmente os afro-diaspóricos das culturas banto e nagô-iorubá, presentes na cultura popular. Partindo de Exu, orixá comunicador, senhor das encruzilhadas, responsável pelo dinamismo do mundo, como princípio ontológico e epistemológico, discute-se a decoloniadade como uma das formas possíveis de poética e narrativa para a construção de trabalhos no campo das artes cênicas. Baseado em experiências práticas do autor com as manifestações da cultura popular, em especial a capoeira angola, o trabalho é escrito no formato das rodas de capoeira e da transmissão dos saberes nos terreiros que o mesmo frequentou. Tece-se diálogos com Jarbas Siqueira Ramos, Luiz Rufino, Luiz Antônio Simas e Zeca Ligiéro, buscando trazer para a academia e para o pensar artístico, a mandinga da capoeira como poética e as travessuras de Exu como ética de vida e do trabalho que se realiza.

Abstract

Palavras-chave

Capoeira Angola, Decolononialidade, Artes Cênicas, Corpo-Encruzilhada, Narratividade, Exu

Citação

SILVA, Diego Leonardo da. Corpo-encruzilhada: narrativas de formação e a poética capoeirista de ‘Memórias do meu chão’. 2023. 46 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Teatro)- Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2024.

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