Publicação: Produtividade de tomate, cv. débora pto, em função de adubação organomineral via foliar e gotejamento
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CNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIA
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Resumo
O tomate ocupa o segundo lugar em importância econômica entre as hortaliças no
Brasil, ficando atrás somente da batata. Para o incremento da produtividade, atualmente são
utilizados tecnologias como a aplicação de fertilizantes via foliar e gotejamento. E dentre os
fertilizantes utilizados em fertirrigação e via foliar encontram-se os organominerais, que são
produtos desenvolvidos para estimular e melhorar o desenvolvimento do sistema radicular e,
ao mesmo tempo, uma fonte equilibrada de nutrientes para a planta. Portanto, o objetivo deste
experimento foi avaliar a eficiência agronômica de produtos organominerais líquidos
comerciais, aplicados via foliar e fertirrigação, na produtividade e qualidade de frutos de
tomate híbrido Débora Pto. O experimento foi conduzido em Uberlândia-MG, em
delineamento inteiramente casualizado (DIC), sendo constituído de três tratamentos e oito
repetições, avaliando-se 20 plantas por parcela. Os tratamentos utilizados foram a Testemunha
(sem aplicação de produtos organominerais), Tratamento1: após transplantio, gotejamento de
Aminoagro Raiz 0,5 L/ha, aplicações foliares semanais (iniciar 35 dias após transplantio –
DAT) de Aminoagro Folha TOP (200 mL/ha), Aminoagro Fosfito (200 mL/ha), Aminoagro
Energy (500 mL/ha) e Aminoagro Fruto (200 mL/ha) e aplicações semanais de Aminoagro
MoL (1 L/ha) via gotejamento, iniciando no transplantio. E Tratamento 2: aplicações foliares
de Aminoagro Raiz (0,5 L/ha) após o transplantio; Aminoagro Folha TOP (1 L/ha aos 35
DAT e 1L/ha aos 60 DAT); Aminoagro Energy (2 L/ha aos 35 e 60 DAT juntamente com o
Aminoagro Folha TOP); Aminoagro MOL aos 15 DAT (2 L/ha), 30 DAT (2 L/ha), 45 DAT
(3 L/ha) e 60 DAT (3 L/ha), Aminoagro Fosfito (1 L/ha aos 30 DAT e 1 L/ha aos 60 DAT) e
Aminoagro Fruto (1 L/ha aos 60 DAT e 1 L/ha aos 70 DAT). No presente trabalho foi
avaliada a produção de frutos de tomate de acordo com sua classificação por tamanho,
definindo frutos extra 2A, extra 1A e frutos descartados. A partir da terceira semana de
colheita, os tratamentos 1 e 2 obtiveram maior produção de tomate tipo 2A. O mesmo ocorreu
para a produção total comercial (Tipos 2A e 1A). A produção total foi significativamente
superior nos tratamentos 1 e 2 contendo os fertilizantes organominerais.
Abstract
Palavras-chave
Lycopersicon esculentum, Adubação, Fertilizante organomineral