Publicação:
O uso do conceito Bobath em crianças com paralisia cerebral do tipo espástico

dc.contributor.advisor1Dionisio, Jadiane
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1067940853843923pt_BR
dc.contributor.referee1Kishi, Marcos Seizo
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2333440373816942pt_BR
dc.contributor.referee2Dornelas, Lilian de Fátima
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3391228899982218pt_BR
dc.creatorBorges, Ana Karla Almeida
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9322993170390854pt_BR
dc.date.accessioned2021-04-20T22:07:42Z
dc.date.available2021-04-20T22:07:42Z
dc.date.issued2020-10-02
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.embargo2022-10-02
dc.description.resumoIntrodução: A paralisia cerebral (PC) descreve um grupo de desordens permanentes do desenvolvimento da postura e do movimento, causando limitação de atividade que são atribuídas a distúrbios não progressivos que ocorreram no desenvolvimento do cérebro fetal ou infantil. Objetivos: Observar a melhora e aumento da função motora grossa através do Conceito Neuro evolutivo Bobath. Metodologia: Estudo prospectivo, longitudinal e de caráter avaliativo, composto por 5 crianças com diagnóstico médico de Paralisia Cerebral, com idade entre 4 a 8 anos de ambos os sexos, classificados com Gross Motor Function Classification System I, IV e V baseados nos critérios de inclusão e exclusão. Após assinarem o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, realizou-se a coleta de dados através de uma ficha de avaliação estruturada e aplicação da escala Gross Motor Function Mensure, pré e pós terapia. Em seguida, realizou-se oito terapias composta pelo protocolo com o Conceito Neuro evolutivo Bobath. Resultados: Ao comparar o score total, pré e pós tratamento, foi observado diferença significativa em todas as crianças (F:142,31; P:0,0009), assim como na comparação das dimensões da GMFM pré e pós-tratamento (F:85,01; P:<0,0001) intraparticipante. Também foi realizado a comparação entre as crianças classificadas como GMFCS I com as crianças do GMFCS V, pós tratamento, sendo observado maior eficácia nas crianças classificadas como GMFCS I (F:9,36; P:0,0022). Conclusão: O tratamento longitudinal se mostrou eficaz em crianças com Paralisia Cerebral do tipo espástico, sendo o uso da técnica mais eficaz em crianças com topografia hemiplégica.pt_BR
dc.description.sponsorshipPesquisa sem auxílio de agências de fomentopt_BR
dc.identifier.citationBORGES, Ana Karla Almeida. O uso do método Bobath em crianças com paralisia cerebral do tipo espástico. 2020. 17 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/31611
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseFisioterapiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.sizeorduration17pt_BR
dc.subjectParalisia cerebralpt_BR
dc.subjectEspasticidadept_BR
dc.subjectConceito bobathpt_BR
dc.subjectGMFMpt_BR
dc.subjectGMFCSpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.titleO uso do conceito Bobath em crianças com paralisia cerebral do tipo espásticopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dspace.entity.typePublication

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