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Plantas portadoras: Efeitos da reclassificação dos ativos biológicos nos indicadores econômico-financeiros.

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CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO::CIENCIAS CONTABEIS

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O CPC 29 – Ativo biológico e produto agrícola divulgado pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) em harmonização às normas internacionais, definiu o ativo biológico e norteou seu tratamento contábil. Contudo, a nova revisão técnica dada à planta portadora pelo do IASB, trouxe alterações nas demonstrações contábeis, especialmente no Balanço Patrimonial, ao reclassificá-la para o grupo de ativos imobilizados. A fim de identificar o reflexo da reclassificação dos ativos biológicos para ativos imobilizados, nos indicadores econômico-financeiros das empresas abertas agropecuárias sucroalcooleiras realizou-se pesquisa documental nas demonstrações de sociedades abertas que operam com a planta portadora cana-de-açúcar, com dados dos exercícios sociais de 2015 e 2016, disponíveis online na página da Brasil, Bolsa e Balcão (B3). Os resultados evidenciaram que a reclassificação dos ativos biológicos trouxe reflexos aos indicadores econômico-financeiros, especialmente nos indicadores de liquidez corrente e estrutura de capital. Com relação aos indicadores de rentabilidade verificou-se que a reclassificação da planta portadora de ativos biológicos do ativo não circulante para o ativo circulante nas empresas Raizen Energia S.A e São Martinho S.A. Destaca-se que apenas em 2017, as Notas Explicativas das companhias Raizen Energia S.A e São Martinho S.A trouxeram informações quanto à reclassificação imposta pela IAS 41.

Abstract

Palavras-chave

Ativos Biológicos, Plantas portadoras, Indicadores econômico-financeiros

Citação

OLIVEIRA, Eduardo Silva de. Plantas portadoras: efeitos da reclassificação dos ativos biológicos nos indicadores econômico-financeiros. 2018. 20 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Contábeis) - Universidade Federal de Uberlândia, Ituiutaba, 2018.

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