Publicação:
O “não-trabalho”?: uma análise das tensões na construção da miséria em Uberlândia (2000-2007)

dc.contributor.advisor1Barbosa, Marta Emísia Jacinto
dc.contributor.referee1Vasconcelos, Regina Ilka Vieira
dc.contributor.referee2Morais, Sérgio Paulo
dc.creatorVieira, Liliane Cirino
dc.date.accessioned2017-06-13T11:17:36Z
dc.date.available2017-06-13T11:17:36Z
dc.date.issued2008
dc.descriptionPalavras-chave criadas pelo pesquisador do Projeto PROGRAD/DIREN/UFU 2016-2017 Historiografia e pesquisa discente: as monografias dos graduandos em História da UFU.pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoA proposta deste trabalho traz como problemática a discussão sobre a construção da miséria e a mendicância em Uberlândia no início do século XXI até o presente momento, fazendo uma análise do processo de mudanças ocorridas. Para tal empenho analiso fontes escritas e orais como a mídia (Jornal Correio de Uberlândia e Jornal da Globo), as Leis municipais e nacionais, as entrevistas orais do Albergue Noturno Ramatis, dentre outros. Investigando vários focos de interesses da construção histórica na cidade desses conceitos de "mendigos", "vagabundos", etc. O primeiro capítulo se esforça exatamente em esboçar a construção desses conceitos supracitados como sendo forjados pelos diversos mecanismos que a classe dominante possui para uma finalidade política e social de controle. Articulando-se entre o poder público e privado através de diversos meios como a polícia, as instituições assistenciais, a mídia, dentre outros. O segundo capítulo ambiciona tentar, com entrevistas orais, enxergar através dos olhos dos miseráveis da cidade, as várias maneiras de viver e contar sobre sua vida para sondar alguns processos que culminaram na sua atual situação de miséria e dependência. Assim poderemos entender que, como eles, apesar das peculiaridades, todos os demais têm um processo de construção, mesmo que diferentes. Sendo que, o mais importante a compreender, é que, a maior parte desses indivíduos não está nessa situação por que quer, mas porque foram levados a ela por alguma razão. Entendendo-a como uma condição difícil de sair. E para isso, é importante entender que o capitalismo privilegia uma pequena parcela da população em Uberlândia e explora uma grande parcela de diversas formas, gerando o desemprego, exército de reserva e sua consequente miséria, do qual fazem parte os indivíduos em estudo. A abordagem com relação ao assistencialismo não tem a intensão de defendê-lo. Mas sim abordá-lo como veículo despolitizador e mantenedor do desemprego e da falta de moradia e comida, à medida que, serve como mecanismo sutil e eficaz de dominação para aliviar as tensões do capitalismo.pt_BR
dc.identifier.citationVIEIRA, Liliane Cirino. O “não-trabalho”?: uma análise das tensões na construção da miséria em Uberlândia (2000-2007). 2008. 106 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2008.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/18848
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseHistóriapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.sizeorduration106pt_BR
dc.subjectTrabalhopt_BR
dc.subjectTensões sociaispt_BR
dc.subjectMisériapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
dc.titleO “não-trabalho”?: uma análise das tensões na construção da miséria em Uberlândia (2000-2007)pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dspace.entity.typePublication

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