Publicação: A experiência de viver em hemodiálise: uma autoetnografia
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CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE
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Resumo
Este Trabalho de Conclusão de Curso em Psicologia parte da minha experiência de viver com doença renal crônica em tratamento por hemodiálise, a partir de uma perspectiva autoetnográfica. O objetivo é compreender os impactos desse tratamento na vida de pessoa jovem com Síndrome de Alport. Para isso, utilizei um diário de campo produzido ao longo de sete meses, analisado por meio de análise temática. Emergiram quatro categorias: existência capturada pela hemodiálise, perdas e lutos, rede de apoio e traçar o futuro, desdobradas em subtemas que evidenciam a reorganização da rotina, as perdas de autonomia e corporais, a importância dos vínculos e os movimentos de ressignificação. Os resultados mostram como a hemodiálise atravessa o tempo, o corpo e a forma como me percebo, produzindo tensões entre limitações e projetos de vida. A pesquisa evidencia que a autoetnografia amplia a compreensão do adoecimento crônico, evidenciando suas dimensões subjetivas, relacionais e existenciais.
Abstract
Palavras-chave
Doença renal crônica, Hemodiálise, Autoetnografia, Psicologia, Subjetividade
Citação
BATISTA, Bárbara Rodrigues. A experiência de viver em hemodiálise: uma autoetnografia. 2026. 55 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026.