Publicação: A ficção-científica em O alienista: Machado de Assis, literatura e loucura
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CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA
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Resumo
Este texto, que lhes apresento agora, é representativo no que se refere a três anos de pesquisa acerca da institucionalização da loucura no Brasil, delimitando-se em um corte cronológico e espacial peculiar: a segunda metade do século XIX que contextualiza o ano de 1882 (publicação de ‘O Alienista’), no Rio de Janeiro. Neste trabalho monográfico, pretendi estabelecer e/ou apontar algumas reflexões circunscritas às possíveis (e, talvez, inumeráveis) aproximações entre História e Literatura, entre textos-históricos e textos-literários, entendendo os mecanismos que os aproximam e fundamentalmente quais são as diferenças que os distanciam uns dos outros. Para tanto, o objetivo de estudo que foi escolhido trata-se do conto de Machado de Assis, O Alienista. A partir de uma análise social da cultura, conceitos tais como História Cultural ou da Cultura, História das Mentalidades, Representações, Imaginário, Sinais, Indícios, Circularidade, Carnavalizações, permearam a pesquisa auxiliando no propósito maior e também se redimensionando juntamente com o objeto de pesquisa, em sentido lato. Através do cruzamento de diversas e diferentes fontes, pretendi fazer, de certa forma, um inventário de representações acerca o universo no qual o conto O alienista foi criado e levado à recepção do imediato público carioca, trazendo a elucidação de aspectos ideológicos e filosóficos inerentes à Machado de Assis e outros referentes ao Realismo brasileiro. Boa leitura!
Abstract
Palavras-chave
Loucura, Institucionalização, Machado de Assis, O Alienista
Citação
OLIVEIRA, Fabrício Inácio de. A ficção-científica em O alienista: Machado de Assis, literatura e loucura. 2004. 81 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2004.