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Sexo, gênero, infância, parentesco: práticas e representações de violência em Uberlândia e Goiânia (1970 -1980)

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CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA

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Resumo

As práticas incestuosas têm causado sofrimento a diversas pessoas, no entanto permanecem ativas em meio a sombras na sociedade. Nesta pesquisa, buscou-se analisar algumas práticas discursivas e não-discursivas construídas em torno delas. Ou seja, do sexo, do gênero, do parentesco, da infância, do contrato social da aliança, da família e da própria proibição do incesto. Rastrear a história de alguns conceitos que foram construídos ao longo do tempo e tratam dessas práticas foi o caminho escolhido para tentar compreender sujeitos e experiências históricas e perceber como elas são lidas, abordadas e, nem tão ocultas ou silenciadas, aparecem reiteradas pelas estratégias de poder e pelos diversos dispositivos que atuam na sociedade através das instituições, das representações e dos discursos sociais. Estes discursos permeiam e designam as práticas incestuosas e estão cada vez mais, clamando por esforços de denúncia e decifração. A pesquisa foi, portanto, um exercício e um desafio que teve como objetivo 'tirar o véu' que está sobre algumas formulações que tratam esse o objeto e incentivar outros pesquisadores a se debruçarem sobre a temática. Espera-se, com ela, contribuir para ainda que módica e micro politicamente, modificar práticas hediondas, violências cotidianas, discutir ou intervir no conjunto de ideias-imagens que, de forma hipócrita, atingem, produzem e se reproduzem na humanidade.

Abstract

Palavras-chave

Sexo, Gênero, Infância, Incesto, Representações sociais

Citação

CARDOZO, Darlene Pereira Costa. Sexo, gênero, infância, parentesco: práticas e representações de violência em Uberlândia e Goiânia (1970 -1980). 2011. 80 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2011.

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