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Cosmopolítica e xamanismo ameríndios: uma abordagem equívoca em defesa dos coletivos não-humanos

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CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA, CNPQ::CIENCIAS HUMANAS, CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::ANTROPOLOGIA

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Resumo

Este trabalho possui como objetivo explicar alguns conceitos envolvidos na noção de perspectivismo ameríndio de Eduardo Viveiros de Castro e Tânia Stolze Lima, como multinaturalismo e equivocação controlada. Procuraremos também alguns pressupostos filosóficos próprios do perspectivismo ameríndio. Para isso, falaremos também sobre tempo mítico, cosmopolítica e xamanismo, relacionando-os aos conceitos de devir e contágio de Deleuze e Guattari. Como parte do trabalho que circunda a equivocação controlada de Viveiros de Castro, abordaremos um artigo de Albert Bruce e Davi Kopenawa, para ilustrar um modo distinto de considerar a separação entre Natureza e Cultura. Com isso, aceitaremos a proposta castreana de trabalhar a antropologia e a filosofia de forma interdisciplinar e esboçaremos uma alternativa ao dualismo Natureza e Cultura em que política e natureza se mesclam com categorias e conceitos xamânicos com Davi Kopenawa. Essa alternativa será uma escolha “naturalmente política”, pois implica no tatear de políticas ecológicas porvir visando uma nova abordagem para os problemas ambientais causados pela industrialização e esgotamento dos recursos naturais.

Abstract

Palavras-chave

Ecologia, Cosmopolítica, Xamanismo, Equivocação controlada, Tempo Mítico, Queda do céu

Citação

MAYWALD, Michel Pinheiro de Siqueira. Cosmopolítica e Xamanismo ameríndios: uma abordagem equívoca em defesa dos coletivos não-humanos. 2021. 51 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2021.

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