Publicação: Dr. Strangelove (1964) e a composição do imaginário da Guerra Fria: mentalidades, paranoias e risadas nervosas
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CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA::HISTORIA MODERNA E CONTEMPORANEA, CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA::HISTORIA DA AMERICA::HISTORIA DOS ESTADOS UNIDOS
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Resumo
A partir de uma análise fílmica e histórica do longa Dr. Strangelove (1964) de Stanley Kubrick, em meio ao estudo de outras fontes além do filme em si, a presente monografia busca explorar conceitos caros à história que se faziam presentes no momento da Guerra Fria, no qual temos a produção e estreia de nossa principal fonte nos Estados Unidos. Inicialmente temos a atmosfera de medo e a paranoia constantes na qual vivam os
contemporâneos ao recorte do presente estudo, emaranhada no imaginário e na mentalidade dos espectadores, que viviam a tensão difundida diariamente pelos meios de comunicação como os noticiários ou a publicidade governamental com caráter informacional, mas que intensificava o sentimento de mal-estar generalizado. O oposto complementar a essa característica que também será explorado é o humor, devido a sua intensa presença no filme de Kubrick. Ao extrapolar o conceito presente na obra, será possível entender a existência de uma ótica cômica para outros aspectos daquele momento histórico que tende a ser lido como obscuro devido a sombra do cogumelo atômico, mas que, exatamente por beirar o absurdo, talvez carregue em si elementos de ironia e humor negro, interessantes ao estudo a ser desenvolvido.
Abstract
Palavras-chave
História e Cinema, Stanley Kubrick, Guerra Fria, Imaginário, Medo, Humor
Citação
CARVALHO, Arthur Rodrigues. Dr. Strangelove (1964) e a composição do imaginário da Guerra Fria: mentalidades, paranoias e risadas nervosas. 2018. 110 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2018.