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O envelhecimento como experiência vivida: corpo, intersubjetividade e temporalidade na fenomenologia de Husserl

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CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA

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Resumo

Este presente trabalho examina o envelhecimento a partir da fenomenologia. Propondo que tal experiência deve ser compreendida a partir de sua própria estrutura intencional, corporal, temporal e intersubjetivo. O primeiro capítulo reconstrói a distinção entre Leib e Körper, o fenômeno da dupla sensação e a cinestesia, em diálogo com Edith Stein e Merleau-Ponty. O segundo capítulo trata do problema da intersubjetividade. Considerando as críticas de Heidegger, Levinas, Merleau-Ponty e Waldenfels. O terceiro capítulo articula esses dois eixos e mostra que o envelhecimento constitui uma transformação do esquema corporal e uma reconfiguração das condições de reconhecimento intersubjetivo do velho, com apoio nas análises de Simone de Beauvoir, Ecléa Bosi e Jan Baars. Conclui-se que o envelhecimento não é um evento que ocorre no corpo e no tempo de fora, mas uma transformação que se dá desde dentro da própria vida intencional, e que a intersubjetividade, longe de ser pano de fundo social, constitui condição própria dessa experiência.

Abstract

Palavras-chave

Corpo, Intersubjetividade, Alteridade, Empatia, Envelhecimento, Velho

Citação

MENESES, Alexandre Rodrigues de. O envelhecimento como experiência vivida: corpo, intersubjetividade e temporalidade na fenomenologia de Husserl. 2026. 45 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026.

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