Publicação:
Uma memória oculta

dc.contributor.advisor1Rodrigues, Jane de Fátima Silva
dc.contributor.referee1Puga, Vera Lúcia
dc.contributor.referee2Biffi, Eliana Angelice
dc.creatorZilli, Rosani Aparecida
dc.date.accessioned2018-01-30T11:43:56Z
dc.date.available2018-01-30T11:43:56Z
dc.date.issued1997
dc.descriptionPalavras-chave e resumo criados pelo pesquisador dos Projetos “(Per)cursos da graduação em História: entre a iniciação científica e a conclusão de curso.” (PROGRAD/DIREN/UFU 2017/2018) e “Entre a iniciação científica e a conclusão de curso: a produção monográfica dos Cursos de Graduação em História da UFU” (PIBIC EM CNPq/UFU 2017-2018).pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoO objetivo da monografia é analisar o processo político do período compreendido entre 1945-1951, na cidade de Araguari em que ocorreram a candidatura e eleição da primeira mulher – Ilda Ferreira, à Câmara de Vereadores pelo Partido Comunista Brasileiro. Cidade interiorana, à época com aproximadamente 30.000 habitantes, a Araguari da década de 40 pode ser caracterizada como conservadora, elitista e tradicional, onde os princípios morais, a boa conduta e a religiosidade prevaleciam. Além disso, o coronelismo exercia uma forte influência na estrutura social e política do município. Analisar, então, a assunção de uma mulher a um cargo público, sua participação enquanto sujeito do processo neste espaço e ainda sua militância pelo Partido Comunista impôs-se como um desafio. O trabalho apresenta várias questões a respeito do fato ocorrido: se a vereadora teria sido bem aceita pela sociedade, se sofreu algum tipo de discriminação e rejeição; se sim, quais; e quais os setores que a apoiaram. Essas questões são esclarecidas no decorrer do trabalho que tem como principal objetivo analisar a inserção da mulher num espaço marcadamente masculino. Na análise dos documentos oficiais como as Atas da Câmara Municipal de Araguari de 1950, o objetivo foi detectar a atuação da mulher no espaço político e seu relacionamento com os demais membros da Câmara no que se refere às discussões políticas. A História Oral, apesar da polêmica em torno de sua validade enquanto documento histórico, foi convenientemente utilizada diante das poucas fontes escritas, oficiais ou não, referentes ao município. Outras fontes exploradas foram os jornais Gazeta do Triângulo (1945/51) e Jornal de Araguari (1948/50), Censos do IBGE de 1940 e 1950, e os Apontamentos do Sr. Calil Porto. O texto monográfico se divide em dois capítulos. O primeiro realiza uma contextualização histórico-política de Araguari. O segundo capítulo apresenta uma breve biografia de Ilda Ferreira e sua militância dentro e fora da Câmara de Vereadores da cidade.pt_BR
dc.identifier.citationZILLI, Rosani Aparecida. Uma memória oculta. 1997. 88 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 1997.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/20451
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseHistóriapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.sizeorduration88pt_BR
dc.subjectIlda Ferreirapt_BR
dc.subjectPartido Comunista Brasileiropt_BR
dc.subjectMilitânciapt_BR
dc.subjectGêneropt_BR
dc.subjectMemóriapt_BR
dc.subjectAraguaript_BR
dc.subject1945-1951pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
dc.titleUma memória ocultapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dspace.entity.typePublication

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