Publicação:
Relato oitocentista: a construção de memórias sobre os sertanejos na literatura de James Wells

dc.contributor.advisor1Almeida, Paulo Roberto de
dc.contributor.referee1Nunes, Leandro José
dc.contributor.referee2Morais, Sérgio Paulo
dc.creatorSilva, Aete Fagundes Soares da
dc.date.accessioned2017-05-19T12:39:37Z
dc.date.available2017-05-19T12:39:37Z
dc.date.issued2010
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho consiste em uma possibilidade de análise de uma fonte literária, especificamente a literatura de viagem de W. James Wells, intitulada “Explorando e viajando três mil milhas através do Brasil”, com foco na forma como os sertanejos, habitantes do atual Norte de Minas e Sul da Bahia são representados nesta literatura. É importante ressaltar que o rio São Francisco exerce, na minha definição do espaço de pesquisa, um papel muito importante, pois os sertanejos que busco (re)descobrir não são apenas os ribeirinhos, mas todos aqueles que habitavam os espaços à direita e à esquerda das margens desse rio, desde Buritizeiro e Pirapora, até Bom Jesus da Lapa. Ao ler esta obra, detectei a construção de estereótipos para os sujeitos sertanejos, isto me levou a buscar compreender o porquê de se construir uma memória estereotipada para tais sujeitos no final do século XIX. Após uma série de leituras, consegui perceber que a construção dos estereótipos para a população brasileira no final do século XIX tinha por objetivo criar elementos que conseguissem sustentar ou legitimar os projetos de construção das nacionalidades “modernas” colocados no período. Imbuída da função de (re)descobrir os sujeitos sertanejos como agentes ativos, que portavam maneiras de viver que eram diferentes e, portanto, complexas e não inferiores, como mostra a memória sobre eles construídas, da qual Wells também participou, procurei analisar os modos de vida dos sertanejos adotando a perspectiva de que eles portavam significações que eram compreensíveis para os sujeitos que partilhavam daquela cultura, sendo que isso é o que mais importa para mim neste momento, e não a concepção de um “estranho” como Wells que, apesar de ser importante e cumprir um papel fundamental para a pesquisa histórica, não é uma concepção da qual compartilho.pt_BR
dc.identifier.citationSILVA, Aete Fagundes Soares da. Relato oitocentista: a construção de memórias sobre os sertanejos na literatura de James Wells. 2010. 67 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação de História) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2010.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/18704
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseHistóriapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.sizeorduration67pt_BR
dc.subjectMemóriapt_BR
dc.subjectHistóriapt_BR
dc.subjectLiteratura e Sertanejospt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
dc.titleRelato oitocentista: a construção de memórias sobre os sertanejos na literatura de James Wellspt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dspace.entity.typePublication

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