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Resposta da cultura do milho a substituição de K por Na

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CNPQ::CIENCIAS AGRARIAS

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Coorientador

Santos, Wedisson Oliveira

Resumo

A agricultura brasileira é altamente dependente do fornecimento externo de fertilizantes, especialmente os potássicos. Com o presente trabalho, objetivou-se avaliar respostas do milho à substituição de (potássio) K+ por (sódio) Na+. O estudo foi realizado em casa de vegetação na Universidade Federal de Uberlândia durante o mês de Janeiro de 2022. A unidade experimental constitui-se de um vaso com 1,0 dm-3 de solo corrigido com mistura de carbonato de cálcio e carbonato de magnésio, cuja relação molar Ca/Mg foi de 4/1. Antes do plantio, aplicou-se 300 mg/dm3 de P em todo o volume de solo utilizando o superfosfato triplo como fonte do nutriente. Semanalmente, após a emergência e desbaste das plantas, foram aplicadas doses de N, S, Zn, Cu, Mn, Fe e Mo. Os tratamentos consistiram de cinco proporções de Na/K (100/0; 75/25; 50/50; 25/75;0/100) para duas doses de K ou Na (50 e 200 mg/dm3) e um tratamento controle (ausência de fertilização com Na ou K). Os tratamentos foram distribuídos em blocos casualizados, com quatro repetições. Como variáveis avaliou-se o crescimento inicial das plantas, massa de matéria seca e conteúdo de K e Na. Também, ao final do experimento foram determinados os teores disponíveis de K e Na (Mehlich 1). Os resultados foram submetidos a análise de regressão e as médias comparadas por teste de Tukey a 5% de probabilidade pelo software R. A substituição de K por Na apesar de não afetar negativamente o crescimento inicial do milho até 75%, causa sintomas de deficiência de potássio, e isso influencia na sua fisiologia.

Abstract

Palavras-chave

Adubação potássica, Sódio, Substituição de nutriente, Fertilizantes alternativos

Citação

CARNEIRO,Franciele Borges. Resposta da cultura do milho à substituição de k por na. 2022. 27 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2022.

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