Publicação:
Plasticidade fenotípica morfológica e fisiológica de Musca domestica L. (Muscidae) em resposta à densidade populacional

dc.contributor.advisor1Paula, Cecilia Lomônaco de
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6002812577975748pt_BR
dc.contributor.referee1Araújo, Glein Monteiro de
dc.contributor.referee2Mendes, Júlio
dc.creatorGermanos, Erika
dc.date.accessioned2019-07-02T19:31:36Z
dc.date.available2019-07-02T19:31:36Z
dc.date.issued1998-06-15
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoMusea domestica é um diptero com distribuição geográfica mundial que apresenta alto índice de sinantropia e pode transmitir agentes patogênicos ao homem e animais domésticos. O estudo de uma população como um todo requer informações sobre o tamanho do grupo, ciclo de vida, comportamento e também conhecimentos sobre sua fisiologia e padrões genéticos de regulação. A densidade, como mecanismo autoregulador em torno do nível de equilibrio, envolve complexos e profundos mecanismos de ajustes fisiológicos, como também pode influir na sobrevivência e tamanho dos indivíduos. Larvas de Musca domestica foram criadas em dez densidades (100 a 1000 indivíduos em 100 g de substrato) com 3 repetições para cada tratamento, mantidas a uma temperatura constante de 27ºC + 0,5. A cada dia de emergência, estes individuos foram retirados, contados e classificados quanto ao sexo. Alguns tiveram suas asas destacadas e montadas em lâminas, para análises morfométricas. Não houve diferenças entre os sexos quanto ao número de indivíduos emergentes nos diferentes dias e nas diferentes densidades. Um pico preferencial para emergência dos indivíduos foi observado no 2º dia de emergência em todas as densidades testadas. A curva ajustada de sobrevivência é semelhante a uma hipérbole, com maximização das taxas de sobrevivência em densidades intermediárias. A densidade influenciou o tamanho dos indivíduos, que tendiam ser menores com o aumento do grau de agregação. A assimetria flutuante somente mostrou-se proporcional ao tamanho em 1 dentre as 3 medidas efetuadas, sendo que, menores níveis de FA foram observados em indivíduos menores. Musea domestica apresentou grande plasticidade na manifestação de diversos caracteres fenotípicos em resposta a densidade populacional.pt_BR
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicopt_BR
dc.identifier.citationGERMANOS, Erika. Plasticidade fenotípica morfológica e fisiológica de Musca domestica L. (Muscidae) em resposta à densidade populacional. 35 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 1998.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/25675
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseCiências Biológicaspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.sizeorduration35pt_BR
dc.subjectMusca domesticapt_BR
dc.subjectPlasticidade fenotípicapt_BR
dc.subjectDensidade populacionalpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::ZOOLOGIApt_BR
dc.titlePlasticidade fenotípica morfológica e fisiológica de Musca domestica L. (Muscidae) em resposta à densidade populacionalpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dspace.entity.typePublication

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