Publicação:
Biologia da polinização de Callisthene major (Vochysiaceae) em fragmentos florestais de Uberlândia - MG

dc.contributor.advisor1Oliveira, Paulo Eugênio Alves Macedo de
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9222197864054553pt_BR
dc.contributor.referee1Barbosa, Ana Angélica
dc.contributor.referee2Schiavini, Ivan
dc.creatorAfonso, Aline de Paula
dc.creator.Lattes.pt_BR
dc.date.accessioned2018-11-13T11:21:49Z
dc.date.available2018-11-13T11:21:49Z
dc.date.issued1994-12-09
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoO estudo com a espécie Callisthene major, foi desenvolvido em duas áreas de mata mesófila no Munícipio de Uberlândia - M.G, no período de agosto de 1992 a novembro de 1994. Durante esse período foram feitos estudos de fenologia, biologia floral, polinização e sistemas de reprodução. A espécie floresce muito rapidamente, logo após o início da brotação e é relativamente assincrônica entre os indivíduos As flores são pequenas e frágeis de antese diurna. A única pétala é branca com guia de néctar amarelado. A flor dura um único dia e a pétala cai normalmente no inicio de segundo dia. De modo geral as características apresentadas por esta espécie como zigomorfia, antese diurna e guia de néctar, sugerem uma síndrome de melitofília. A estrutura floral e a presença de enantiostilia (alternância da posição relativa do estilete e do estame de flor para flor) são semelhantes à flores melitófilas de espécies de Qualea (Vochysiaceae) do cerrado. Os principais visitantes são abelhas, de pequeno porte, como Apis mellifera, Trigona sp (Meliponinae) e Exomalopsis (Anthophoridae). Estas abelhas ao visitarem a flor a procura do néctar, entram abaixo da sépala maior, que recobre o estame e o estilete, tocando-os e sujando a cabeça e o tórax de pólen. O néctar é produzido em pequenas quantidades (0,6 ul) e com concentrações muitas vezes acima de 50% de equivalente sacarose. Os experimentos com polinizações controladas sugerem que a planta é predominantemente xenogâmica com um índice de autoincompatibilidade (IS|) de 0,18. Observações em microscopia de fluorescência de pistilos fixados após a polinização mostraram que os tubos polínicos tanto de autopolinização como de polinização cruzada, cresceram e atingiram o ovário entre 24h e 48h após a polinização, sugerindo um mecanismo de incompatibilidade de ação tardia. Contudo a fertilização do óvulo pôde ser observada somente em pistilos de autopolinização após 48h e de autopolinização e polinização cruzada depois de uma semana. O comportamento de tubos polínicos observado é semelhante àquele de espécies de Qualea, sendo que nestas espécies a fertilização somente foi observada uma semana após a polinização.pt_BR
dc.identifier.citationAFONSO, Aline de Paula. Biologia da Polinização de Callisthene major (Vochysiaceae) em fragmentos florestais de Uberlândia-MG.1994. 19 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/22827
dc.languageporpt_BR
dc.orcid.putcode95210570
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseCiências Biológicaspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.sizeorduration19pt_BR
dc.subjectAbelhapt_BR
dc.subjectFloraçãopt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::ECOLOGIApt_BR
dc.titleBiologia da polinização de Callisthene major (Vochysiaceae) em fragmentos florestais de Uberlândia - MGpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dspace.entity.typePublication

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