Publicação:
Produção de mudas de fáfia (Pfaffia glomerata) por enraizamento de diferentes tipos de estacas do caule

dc.contributor.advisor1Luz, José Magno Queiroz
dc.contributor.referee1Melo, Leonardo Cunha
dc.contributor.referee2Silva, Regildo M. G.
dc.creatorLazzarini, Guilherme
dc.date.accessioned2024-01-03T17:02:38Z
dc.date.available2024-01-03T17:02:38Z
dc.date.issued2000
dc.description.resumoO gênero Pfaffia é originário das regiões tropicais e subtropicais do Brasil e são plantas conhecidas comercialmente como “ginseng brasileiro” por sua raiz assumir aspectos humanóides como a raiz do ginseng asiático. São plantas herbáceas e arbustivas, que atingem de 1 a 2 m de altura e possuem vários princípios ativos que funcionam principalmente com anticancerígeno entre outros. São utilizadas suas raízes na forma in natura ou pó, obtido de raízes previamente fatiadas, secas ao sol e moídas. Plantas propagadas vegetativamente além de manter as características da planta doadora, chegam a fase de interesse mais cedo do que as mudas obtidas por semente. Neste contexto, o objetivo deste trabalho foi avaliar o método de propagação vegetativa por estaquia em Pfaffia glomerata, testando-se diferentes tipos de estacas, visando a produção uniforme de mudas. Foram utilizadas estacas herbáceas terminais, semi lenhosas medianas e basais, com cerca de 15 a 25cm de comprimento e aproximadamente 0,7 cm de diâmetro, sendo as estacas terminal e mediana, com e sem folhas, mantendo-se duas folhas por estaca, perfazendo cinco tratamentos com 4 repetições e 10 estacas por parcela em delineamento inteiramente casualizado. Foi feito um corte em bisel na base das estacas e em seguida estas foram plantadas em bandejas multicelulares de 72 células contendo substrato comercial. As estacas eram irrigadas manualmente duas vezes ao dia. Aos 45 dias após o plantio foram avaliadas as percentagens de sobrevivência e enraizamento, o número de brotos e os pesos das matérias frescas e seca da parte aérea e de raízes. As folhas das estacas da porção mediana e apical morreram na primeira semana pós-plantio, o que deve ter ocorrido devido ausência de um sistema de nebulização intermitente na casa de vegetação onde foi instalado o experimento. A estaca basal teve 100% de sobrevivência, porém só diferiu significativamente da estaca apical sem folha que teve 53,0% de sobrevivência. Para a percentagem de enraizamento, a estaca basal teve 92,5% de estacas enraizadas, diferindo significativamente das estacas apicais (50%). O mesmo ocorreu para o número de brotos, tendo a estaca basal a média de 2,3 brotos por planta. Com relação aos pesos das matérias frescas e secas da parte aérea e de raízes os resultados foram semelhantes aos anteriores, permitindo a conclusão que, de maneira geral, as estacas basal e medianas, independente da presença de folhas, foram as melhores para a estaquia de Fáfia.
dc.identifier.citationLAZZARINI, Guilherme. Produção de mudas de fáfia (Pfaffia glomerata) por enraizamento de diferentes tipos de estacas do caule. 2000. 26 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2024.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/40069
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândia
dc.publisher.courseAgronomia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMudas
dc.subjectFáfia
dc.subjectEstaquia
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIA
dc.titleProdução de mudas de fáfia (Pfaffia glomerata) por enraizamento de diferentes tipos de estacas do caule
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso
dspace.entity.typePublication

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