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A experimentação do Pixo pela fotografia

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CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS

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Resumo

O picho surgiu na década de 60 do século passado como forma de protesto contra a ditadura militar, podendo ser caracterizados por não se preocuparem com a estética. Na década de 1980 em São Paulo começou uma nova concepção de picho, agora denominado de pixo que são linhas retas e angulosas. A partir dos conceitos de afecto e percepto o trabalho é construído com a intenção de ser um convite para perceber o pixo, além do que se vê e se fotografa. Um convite para sentir. A (re)significação das imagens, imagens que não tem a intenção de representar o pixo, mas sim de gerar perceptos e afectos. O centro de Uberlândia foi percorrido de maneira aleatória e fotografias do pixo foram registradas. 311 fotos foram tiradas, sem que houvesse um modelo ou padrão. Deste total, 10 fotografias foram escolhidas apenas porque me atravessaram de alguma maneira. Das 10 fotos, cinco foram reveladas. As fotos reveladas foram experimentadas para fazer vislumbrar outras conexões além da convencional. Imagens experimentadas, “olhar com as mãos, perceber as fotografias e seu afectos. A experimentação gerou uma escrita, mas não como um complemento e sim como um dos pilares indispensáveis para a construção da manipulação em si. A experimentação das fotografias e da escrita permitiram vislumbrar minha graduação. Professores, Pibid, Experiências me modificaram permitindo meu processo de formação como professora-mulher-pessoa.

Abstract

Palavras-chave

Experimentaçã, Pixo, Fotografia

Citação

SILVA, Roberta Paixão Lelis da. A experimentação do Pixo pela fotografia. 2018. 16 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2018.

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