Publicação:
Deus e o diabo na terra do sol de Glauber Rocha: a estética da fome e a pedagogia da violência como via revolucionária

dc.contributor.advisor1Paranhos, Kátia Rodrigues
dc.contributor.referee1Almeida, Antônio de
dc.contributor.referee2Barbosa, Kátia Eliane
dc.creatorSales, Maria Madalena Ferreira
dc.date.accessioned2017-05-10T14:20:16Z
dc.date.available2017-05-10T14:20:16Z
dc.date.issued2005
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoNo bojo da movimentação política e cultural do início dos anos 60, alguns produtores e cineastas idealizam uma cinematografia tipicamente nacional que rompesse com os padrões mercadológicos do cinema industrial e todo aparato técnico dos grandes estúdios. Um cinema independente, revolucionário e significativo em termos políticos, culturais e estéticos, cuja proposta estava embasada no desenvolvimento de uma temática brasileira que retratasse o homem do povo e a realidade do subdesenvolvimento. Perspectivas estas engendradas pelo movimento chamado Cinema Novo, liderado por Glauber Rocha, que com uma câmera na mão e uma ideia na cabeça, funde sua história com a História. Este grupo tinha como propósito a transformação do cinema nacional em termos de produção e através de seus filmes construir uma cultura revolucionária. Sendo a produção fílmica um desdobramento desse projeto, esta pesquisa tem como objetivo analisar o filme Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), de Glauber Rocha, que pretende representar a realidade brasileira, onde o subdesenvolvimento e a miserabilidade caminham juntos. O filme constitui-se um projeto bastante ambicioso e polêmico para a época devido à sua concepção estética e as inovações como câmera na mão, cortes contínuos, fotografia estelada, diálogo livre, improvisação, texto narrativo, música interpretativa. Por meio dessa fonte busca-se também analisar um período recente de nossa história e o papel ideológico político e histórico desempenhado pelo filme, uma vez que, Deus e o Diabo na Terra do Sol tornou-se, no campo da cultura, uma das referências do pós-64. Portanto, se faz necessário uma discussão acerca da relação cinema e história, e o filme como fonte para a historiografia, com o intuito de situá-lo dentro do contexto histórico brasileiro que se delineava na época.pt_BR
dc.identifier.citationSALES, Maria Madalena Ferreira. Deus e o diabo na terra do sol de Glauber Rocha: a estética da fome e a pedagogia da violência como via revolucionária. 2005. 126 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2005.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/18550
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseHistóriapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.sizeorduration126pt_BR
dc.subjectHistóriapt_BR
dc.subjectCinema Novopt_BR
dc.subjectDeus e o Diabo na Terra do Solpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
dc.titleDeus e o diabo na terra do sol de Glauber Rocha: a estética da fome e a pedagogia da violência como via revolucionáriapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dspace.entity.typePublication

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