Publicação:
As asas do tempo perdido: re-construindo Nova Ponte

dc.contributor.advisor1Ferreira, Rosa Maria
dc.contributor.referee1Simonini, Gizelda Costa da Silva
dc.contributor.referee2Almeida, Paulo Roberto de
dc.creatorFortunato, Gabriel Nazaré
dc.date.accessioned2018-01-31T11:31:25Z
dc.date.available2018-01-31T11:31:25Z
dc.date.issued1999
dc.descriptionPalavras-chave e resumo criados pelo pesquisador dos Projetos “(Per)cursos da graduação em História: entre a iniciação científica e a conclusão de curso.” (PROGRAD/DIREN/UFU 2017/2018) e “Entre a iniciação científica e a conclusão de curso: a produção monográfica dos Cursos de Graduação em História da UFU” (PIBIC EM CNPq/UFU 2017-2018).pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoO propósito desta monografia é registrar partes da história de Nova Ponte, analisando a música “Águas do Progresso” e reconstruir a memória da cidade através da análise de leituras sobre a mesma, que podem ser encontradas em dois tipos específicos de documentação: os documentos escritos, incluindo-se aí, atas da Câmara Municipal, leis municipais, e a obra do memorialista Dr. Soares de Faria; e a documentação oral, adquirida através das entrevistas realizadas pelo autor. O texto monográfico se divide em três capítulos. O primeiro aborda as origens de Nova Ponte, de arraial a município, a partir da documentação escrita existente, recuperando a ótica do memorialista Dr. Soares de Farias. As cidades, todas elas surgem devagar e crescem ao embalo do seu “povo”, gerações sucedem gerações, até que pequenos povoados tomem forma, cresçam e se emancipem. O segundo capítulo associa fontes escritas e orais, com o propósito de entender como a cidade foi se constituindo materialmente ao logo das décadas, após sua emancipação política, culminando no processo de destruição pela construção da Usina Hidrelétrica de Nova Ponte. Compreende-se que são dezenas de anos que vão definindo onde fica a Igreja, por onde passa a rua, onde se constrói a sede do governo, os prédios do serviço público, os bancos, as praças... De repente em Nova Ponte tudo isto foi inundado pois a cidade estava em um local propício à instalação de uma usina hidrelétrica. Todos tiveram que abandonar tudo e ser realocados, sem tempo para que os novos logradouros surjam, sem respeito às fases de ajustamento de seus habitantes com o novo espaço, sem permitir que a diversidade de ideias crie arquiteturas diferentes para comporem o visual da nova cidade. O último capítulo faz um voo por toda a cidade, passando por todos os bairros, consultando os relatos, resgatando um pouco de alguns pontos que se tornaram focos coletivos de memória, se despedindo, assistindo ás transformações do município que foi afogado pelas “Águas do Progresso”.pt_BR
dc.identifier.citationFORTUNATO, Gabriel Nazaré. As asas do tempo perdido: re-construindo Nova Ponte. 1999. 224 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 1999.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/20523
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseHistóriapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.sizeorduration224pt_BR
dc.subjectNova Ponte-MGpt_BR
dc.subjectMemóriapt_BR
dc.subjectCidadept_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
dc.titleAs asas do tempo perdido: re-construindo Nova Pontept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dspace.entity.typePublication

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