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dc.creatorSantos, Victor Luz dos-
dc.date.accessioned2017-05-11T18:20:45Z-
dc.date.available2017-05-11T18:20:45Z-
dc.date.issued2017-04-26-
dc.identifier.citationSANTOS, Victor Luz dos. Concentração de bário e elementos-traço nos córregos areia e feio em Araxá-MG. 2017. 43 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/18621-
dc.description.abstractThe main economic activity that maintains high Araxá‘s Gross Domestic Product (GDP) is the mining of both phosphate and niobium. Although these activities generate economic benefits for the region and for the country, it has its environmental consequences. In the process of niobium (mineral pyrochlor) processing, the barium element, which integrates the mineral pyrochlore, is discarded and stored in the dams along with other wastes. Often the water resources as well as the soil located near the mining area can be contaminated by these wastes. The geology of the region of Araxá naturally can raise the concentrations of some elements by the action of the intemperes over hundreds of years (background). Therefore, the present work was carried out with the purpose of analyzing some physico-chemical parameters, barium concentration and trace elements, if there is influence and to what extent the mining affects the quality of the water that supplies the city of Araxá. Two campaigns were carried out to collect water and the samples were analyzed at the Water Quality Laboratory (LAQUA) of the Federal University of Uberlândia (UFU). It was verified that in some points there were nonconformities of some parameters with the Resolution of CONAMA 357/2005 and it was noticed that in the source of the Feio Stream (P1), the barium element concentration exceeded the permissible concentration of 0.7 mg/L, With values of 1.05 and 1.24 mg/L. In short, although some parameters are outside of what the current Resolution requires, it has not been possible to affirm that mining contributes directly to this fact.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectBáriopt_BR
dc.subjectElementos-traçopt_BR
dc.subjectMineraçãopt_BR
dc.titleConcentração de bário e elementos-traço nos córregos, Areia e Feio, em Araxá-MGpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Bertolino, Sueli Moura-
dc.contributor.referee1Pirete, Luciana de Melo-
dc.contributor.referee2Carvalho, Hudson de Paula-
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoA principal atividade econômica que mantem Produto Interno Bruto (PIB) da cidade de Araxá-MG nos valores atuais é a mineração, tanto de fosfato quanto de nióbio. Apesar dessas atividade gerarem benefícios econômicos para região e para o país, tem suas consequências ambientais. No processo de beneficiamento do nióbio (mineral pirocloro), o elemento bário, que integra o mineral pirocloro, é descartado e armazenado nas barragens juntamente com outros rejeitos. Muitas vezes os recursos hídricos assim como o solo localizados próximos à área de mineração podem ser contaminados por esses resíduos. A geologia da região de Araxá naturalmente pode elevar as concentrações de alguns elementos pela ação dos intemperes ao longo de centenas de anos (background). Portanto, o presente trabalho foi realizado com a finalidade de verificar, analisando alguns parâmetros físico-químicos, concentração de bário e elementos-traço, se há influencia e até que ponto a mineração afeta a qualidade da água que abastece a cidade de Araxá. Para isso, foi realizado duas campanhas para coleta de água e as amostras foram analisadas no Laboratório de Qualidade da Água (LAQUA) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Foi verificado que em alguns pontos houveram inconformidades de alguns parâmetros com a Resolução do CONAMA 357/2005 e notou-se que na nascente do córrego Feio (P1), a concentração do elemento bário superou a concentração permitida de 0,7 mg/L, com valores de 1,05 e 1,24 mg/L. Em suma, apesar de alguns parâmetros estarem fora do que a Resolução vigente exige, não foi possível afirmar que a mineração contribui diretamente para este fato.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseEngenharia Ambientalpt_BR
dc.sizeorduration43pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA SANITARIApt_BR
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