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dc.creatorCosta, Paulo Henrique Dias
dc.date.accessioned2016-06-22T18:42:44Z-
dc.date.available2010-12-23
dc.date.available2016-06-22T18:42:44Z-
dc.date.issued2010-05-17
dc.identifier.citationCOSTA, Paulo Henrique Dias. Pensamento e impossibilidade: interseções entre M. C. Escher e Gilles Deleuze. 2010. 115 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2010.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/15533-
dc.description.abstractThis article attempts to establish a relationship between the philosophy of Gilles Deleuze and the artistic productions of M.C.Escher. Thus, we present a discussion on the concepts of representation, simulacra and event, covering the development of these within the Art and Philosophy. We use the artistic productions of Escher to illustrate the appearance of these productions that are on the limit between the definition and the paradox. We believe that both Deleuze as Escher explored this fissure where the paradoxical forces are held in a double sense that never reaches the final term. These thinkers stepped into this space of intensive forces, however, without be engulfed into an abyss undifferentiated. We will use any thoughts available to establish this connection between Escher and Deleuze, so we will use Geometry, Logic, Art and Philosophy, in search of concepts that can help us in this venture. Finally, through this present study we will show Escher as an artist between the geometry and the abysmal forces of abstract art. He sought in his work what he called "espanto" which, in our view, is the same deleuzian discovery of thought without an image. This paradoxical tension that dissipates offering to the spirit an affection that is unrepresentable, a-significant, but at the same time carries all the possible meanings. This element gives us the birth of impossible objects in the fissure existing in compossibility between worlds incompossible. So we try to show how Escher was an artist able to present these elements in their artistic productions.eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectDeleuze, Escherpor
dc.subjectParadoxopor
dc.subjectAcontecimentopor
dc.subjectMundos incompossíveispor
dc.subjectObjetos impossíveispor
dc.subjectParadoxeng
dc.subjectImcompossibles wordseng
dc.subjectImpossibles objectseng
dc.subjectEscher, M. C. (Maurits Cornelis), 1898-1972por
dc.subjectDeleuze, Gilles, 1925-1995por
dc.subjectMetafísicapor
dc.subjectRepresentação (Filosofia)por
dc.subjectObjetos inexistentes (Filosofia)por
dc.subjectMimese na artepor
dc.titlePensamento e impossibilidade: interseções entre M. C. Escher e Gilles Deleuzepor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Carvalho, Jairo Dias
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4703596Z0por
dc.contributor.referee1Sass, Simeão Donizeti
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4727980E7por
dc.contributor.referee2Branco, Guilherme Castelo
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4780465P5por
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4568456U3por
dc.description.degreenameMestre em Filosofiapor
dc.description.resumoEste texto procurou estabelecer um agenciamento entre a filosofia de Gilles Deleuze e as produções artísticas de M.C.Escher. Desta forma, apresentamos uma discussão sobre os conceitos de representação, simulacro e acontecimento, percorrendo o desenvolvimento destes dentro da Arte e da Filosofia. Utilizamos as produções artísticas de Escher para ilustrar o aparecimento destas produções que se encontram no limite entre a definição e o paradoxo. Entendemos que tanto Deleuze quanto Escher exploraram esta fissura onde as forças paradoxais se desenrolam em um duplo sentido que nunca chega ao termo final. Estes pensadores adentraram este espaço de forças intensivas sem, no entanto, serem tragados para um abismo indiferenciado. Utilizar-nos-emos de qualquer pensamento disponível para estabelecermos este agenciamento entre Escher e Deleuze, por isso, não nos furtaremos à possibilidade de percorrer a Geometria, a Lógica, a Arte e a Filosofia, em busca de conceitos que possam nos ajudar neste empreendimento. Finalmente, através deste estudo apresentamos Escher como um artista atravessado pelo regramento do geômetra e pelas forças abismais da arte abstrata. Ele em sua obra buscou aquilo que denominou de espanto , que, em nosso entendimento, se refere à mesma descoberta deleuzeana de um pensamento sem imagem. Esta tensão paradoxal que se dissipa oferecendo ao espírito um afeto irrepresentável e asignificante, mas, que ao mesmo tempo carrega consigo todas as significações possíveis. Este elemento apresenta-nos o nascimento dos objetos impossíveis na fissura existente na compossibilidade entre mundos incompossíveis. Assim, procuramos mostrar como Escher foi um artista capaz de apresentar estes elementos em suas produções artísticas.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Filosofiapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApor
dc.publisher.departmentCiências Humanaspor
dc.publisher.initialsUFUpor
Appears in Collections:DISSERTAÇÃO - Filosofia

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